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HORÓSCOPO DO DIA
Seu dia será chato, vazio, descalculado e frio. O vento continua soprando do noroeste. Aquele fio branco nem cairá nem parará de crescer. Voce tomará 3 xicaras de café, comerá três biscoitos roçakystaneses no valor de 250 calorias cada, um pão sírio com um monte de queijo, não terá ânimo nem pra tomar banho, mentirá para seu marido sobre o motivo de, mais uma vez, nao ter ido a academia. Nuvens de poeira poderão sair do tapete que você insiste em nao limpar, assim como toda a sujeira da casa que você abandona poderá se voltar contra você, trazendo-te uma alergia. A roupa suja é para se lavar, e você tem máquina de lavar para isso.
Com plutão na casa do caralho, seu dia passará rápido demais para que dê tempo de você tomar mais um milhão de decisões para mudar sua vida e sua disposição de viver. Você estará inativa, improdutiva, e com o cabelo oleoso. Já Saturno na casa da mãe Joana te inspira a dar um berro com força, e te ilumina a ver que você está perdendo sua vida na frente desta merda de computador.
Bons ventos sopram da Antártica que, segundo o seu mapa, é o lugar onde você deveria estar. Dica: evite ovo frito. Até porque você nunca gostou mesmo de ovo.
Seu número da sorte é 190. Disque se você resolver fazer alguma besteira.
Escrito por Eu mesma às 11h23
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PUQRÊ NÓIS É BESTA
Favarinha amada e bem vinda: teve sim um blog que me deixou... digamos... na verdade, vou construir de outro jeito: dois blogs foram o ápice de minha explosão. Não importa que blogs. Importa é que eu já tou cos’pacová pra la de cheios com essa merda de alucinação que as pessoas experimentam na Europa. A galera acha que é só chegar aqui, vestindo a camiseta da seleção, com uma bolsa de palha de coco e havaianas, que o povo vai ser “superreceptivo”. Porque o objetivo de vida de muita gente é ter um poster do pintor Bublût Blabàt no quarto, comprar perfume no free shop e tirar foto na frente da cartier e do museu. Porque a galera acha que a Europa é essa que se lê nos livros do José de Alencar. EU CORTO UNS 20 DOBRADOS NESSA TERRA, terra para qual tenho que pagar impostos sem ter trabalho; que não tenho trabalho porque ninguém quer uma brasileira em sua empresa, porque pra eles brasileiro é lento, preguiçoso, desqualificado, ineficiente, atrasado e barulhento. “Ah, o brasileiro é supercriativo e descolado, se dá bem em qualquer coisa na Europa”. Pau no cu. Essa merda é uma merda tão grande quanto o Brasil. Só que nosso país é bem aberto para o estrangeiro, e bem negligente com o de dentro. Aqui as coisas não são bem assim.
Gente, ser turista é bom EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO: ter tempo livre, hotel pra ficar, comer em bons restaurantes e ter grana no bolso é bom até na Mongólia. Se eu já me encantei com coisas aqui? Certamente! Assim como já me encantei com coisas do lado da minha casa, ou em Goiás, Minas, Bahia, Amazonas, Rio de Janeiro e por aí vai. Só que eu nunca precisei de dizer que “quando eu fui em Pererequetê de l’iciel” ou o raio, que aí eu descobri o mundo, a vida, o segredo da filosofia e da estética antropo-lógico-centro-psico-minimalistoidiossincrática da porra do “primeiro mundo”.
Tem gente que vem pra cá mais parecendo que é pra contar pros outros que para se divertir e ampliar os horizontes. Contar vantagem, eu conto apenas do meu quintal. A grama do meu vizinho não é mais verde, nem a galinha dele é mais gorda.
Adendo: Se eu não morasse aqui, daqui a pouco ia começar a receber mensagens tipo: Você é uma pessoa muito invejosa e frustrada, vou orar por você.
Vem lavar dois quilos de roupa, esperar na fila da assistência social e ser discriminada em loja pra você ver o quanto Paris é poética! Vem!
Escrito por Eu mesma às 16h41
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PAREM DE SER DESLUMBRADOS!!!
Acabemos com o deslumbramento, povo!
Alias, tou lancando meu boicote: o proximo blog que eu entrar e tiver essas caipirices de "minha jornada na Europa", "minhas ferias no primeiro mundo", ou "eu em Paris", prometo que nunca mais entro.
Aff, detesto caipiragem.
Escrito por Eu mesma às 07h55
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Amo loucamente essa mulher


Mamãe sempre conta que eu tinha uns 2 aninhos quando Clara Nunes nos deixou. Eu chorava sem parar. Mamãe diz que era como se eu fizesse parte de todo aquele acontecimento que comovia o Brasil então: a revolta por um erro médico, a esperança de recuperação e o derradeiro adeus a maior cantora brasileira de todos os tempos.
O curioso é que mamãe ouvia uma espécie de voz chamando-a para orar por Clara o dia inteiro. Acho que Clara não se conformava em não ter vivido mais tempo, e mamãe tinha exatamente essa impressão. E mamãe chorava muito, e rezava...... e eu chorava junto, e ficava junto de mamãe durante suas orações. E eu cresci sentido algo muito forte pela Clara.
Hoje em dia eu morro de saudades dela, sem nunca ter ao menos sonhado em vê-la. Esteja onde estiver, Clara, minha homenagem e meu eterno afeto.
(para ver videos de clara, acesse aqui http://redeglobo.globo.com/Globonewstv/0,6993,TWV0-2287-3226788000,00.html )
Escrito por Eu mesma às 09h56
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Sem assunto....
Eu tô tão sem assunto que me dá até vergonha. Sabe aquelas coisas de tia mineira: “não fala não, minha filha, senão parece que você nem jornal não lê”. Eu sei. Tô sem assunto por estar longe da cidade grande (não o longe no sentido geográfico, mas no financeiro). Tem tanta coisa pulsante perto de Sbörnya.... mas nenhuma a meu alcance. Sim, eu sei – alijados da economia o são, infinitas vezes, também da cultura. E eu que morava numa cidade onde toda a quarta feira eu assistia a concerto gratuito de música de câmara! E no coração da América do Sul!
Eu amo ler esses escritos de gente que veio a essa grande roça e ficou maravilhado. Vem ser excluído aqui pra você ver o que é bom. Aliás, vai ser excluído em qualquer lugar do mundo, vai, você que juntou seus eurozinhos pra vir ver o velho continente. O velho continente está pra lá de gagá: rejeita o novo, a mistura, as diferenças em nome dessa velha europa cultuada nos livrinhos que lemos. Porque uma coisa é passear pelas ruas de Paris com os dois mil Euros que você juntou para a viagem no bolso. Outra coisa bem diferente é vir viver nessa terra infértil, porque a Europa é ótima: para os europeus. E acho muita graça também daqueles que aqui vêm consumir em nome da intelectualidade. Vêm com poder de compra, e para não dar tanto na pinta como um turista em Miami, consomem na La vie du blablabla, nos museus, nos caríssimos cafés, etc etc.
E toma-lhe “fotinhos” pipocando na internet com as legendas “eu na frente do museu blublu”, “eu e amore na fontana pananã”. Vir a esses lugares é meio um diploma de competência na nossa cultura, e eu NÃO ENTENDO o porquê. Acho que, no fim das contas, certa tava era minha irmã, que veio aqui com a filharada e aproveitou o que me parece, atualmente, mais autêntico e condizente com o pensamento europeu atual: a EuroDisney.
E a última pergunta que não pode calar: Por que raios quase todo turista brasileiro só circula por aqui vestindo camisa da seleção ou da bandeira?
Mudando de assunto...
Essa semana dei minhas duas primeiras aulas de dança aqui em Sbörnya. Sim, é o destino mais certo para brasileiros que aqui chegam: logo arrumam um buraco pra dar aula de dança. Mas enfim.... sabe aquele mito de que as mulheres daqui são tudo cabo de vassoura? Esqueça. Esqueça loucamente. Pegaram tudo de primeira. Não precisei nem explicar nada, só mostrar. Sabe aquele mito de que elas são super frias? Esqueça. Me receberam super bem, e a aula foi super descontraída. Sabe aquele mito de que são pontuais? Esqueça. Sabe aquele mito de que elas sempre desligam o celular durante a aula? Esqueçam. Sabe aquele mito de que elas jamais comeriam durante uma aula? Esqueçam também. Sabe qualquer mito disso, daquilo e daquilo outro? Esqueçam também!! Todos os paradígmas quebrados. Todos os preconceitos destruidos. E viva a integração: ela nos leva a ver que seres humanos se parecem muito mais do que podemos tentar barrar com a desculpa das diferenças culturais. Elas existem sim, mas na hora do “vamo vê” há muito mais coisas que nos aproximam que coisas que nos distanciam. Gostei muito. Meu queixo foi ao chão várias vezes. As roçakystanesas estão de parabéns!
Escrito por Eu mesma às 07h36
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teste
teste
Escrito por Eu mesma às 17h37
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PORQUE TEM MESMO GENTE QUE SÓ GOSTA DA DESGRAÇA
Essa é minha mãe. Mamãe não consegue ficar feliz quando algo de muito bom acontece na vida de alguém. Mamãe é absolutamente frígida nesse aspecto. Não importa se você ganhou na loteria. Não importa se você realizou um sonho. Ela não esboçará qualquer emoção.
Lembro-me de ver mamãe feliz com algo que me aconteceu apenas uma vez. Quando eu defendi meu mestrado. Ela ficou radiante, muito mais radiante que eu – que estava farta da universidade, do tema e do meu orientador. Mas foi a única vez que a vi realmente emocional por algo meu que acontecia.
Aliás, não posso dizer que é só comigo não. Com minha irmã é a mesma coisa. Das três vezes que minha irmã contou que estava grávida, mamãe sequer abriu um sorriso. Não a parabenizou, não a abraçou. Nada, nada, nada. Minha irmã saiu chorando do quarto dela, prometendo que jamais contaria nada de bom para ela novamente. Porque foi assim também que minha irmã foi tratada quando ficou noiva, quando disse que ia casar, que ia se mudar por uns tempos para aprimorar os estudos... e por aí vai.
Eu não preciso dizer também que foi o mesmo comigo quando falei que ia casar. Nada esboçou. Aliás, eu estou tirando papai da reta, mas ele também se comporta da mesma forma. Papai ainda tenta disfarçar, às vezes. Mamãe não.
Ontem eu fui contar a ela que pintou uma oportunidade muito legal, que fiz um contato crucial com uma pessoa, que talvez um grande sonho meu vai se realizar. PORRA, EU DISSE UM GRANDE SONHO. Ela nada falou. NADA, nem um “que bom”. Olha, para mim foi pior de que quando ela não reagiu ao anúncio do meu casamento. Fui dormir muito decepcionada, e com aquela mesma promessa que minha irmã fez no meu coração: mamãe, conte com ela na desgraça e jamais anuncie algo bom pra ela.
Aliás, como pode viver uma pessoa que se gaba de não ter nenhum sonho na vida?
Escrito por Virna Moritz às 06h35
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Os Rosés
Ahh eh, Ro, faltou a do espulmante rose.
Pois sao mesmo os verdadeiros amigos os biografos da nossa vida J

Eu, se puder pegar qualquer bebida numa prateleira, se puder escolher qualquer coisa, qualquer vinho, eu SEMPRE vou escolher um espulmante rose. Eh minha coisa preferida. Eh chique, eh nobre, eh mei cafona tambem. Segundo a revista adega:
“Em nossa cultura, o rosa é a cor da feminilidade, da ingenuidade infantil e do amor fraternal. Tem um efeito ao mesmo tempo tranqüilizador e tonificador. Nos vinhos tranqüilos*, esta cor se traduz em bebidas alegres e sem compromisso. Paradoxalmente, nos espumantes a cor rosa evoca classe, nobreza e até certa seriedade.(...) Em seu estilo geral, os champagnes rosados costumam ser bebidas austeras e estruturadas, quase sempre podendo, e às vezes precisando, envelhecer na garrafa”.
Viram so?
Escrito por Virna Moritz às 12h19
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Ahhh, posso colocar mais manias? So mais umas:
6) Eu ponho tudo dentro de caixinhas. Eu tenho caixinhas para guardar qualquer coisa.
7) Eu mato baratas com gostcho, e ainda sapateio nelas depois da derradeira morte.
8) EU TENHO CRISE DE RISO TODA QUARTA FEIRA DE CINZAS durante a missa de cinzas. Fica todo mundo com aquela cruz cinza enorme na testa. Eu acho muito engracado.
9) Quando eu canto uma musica que sei tocar na guitarra, e se eu nao estou com a guitarra, fico fazendo os acordes no braco direito ou na testa.
10) Eu so olho na rua homens muito altos, muito magros e – de preferencia – com cabelo preto e longo. No mais, so se alguem apontar.
11) Eu sinto muita saudade de um Rio de Janeiro que eu nao conheci e de uma Ouro Preto que nao existe mais.
Chega de falar de mim, ne? Como eu nao conheco muitos outros blogueiros, so pedirei a Ary para fazer essa listinha tambem.
Beijos da Virna.
Escrito por Virna Moritz às 09h55
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FALAR SOBRE MIM.... SOMENTE DE MIM :)
Apenas cinco, amiga Sada? Dificil. Doido falando de mania eh complicado. Mas vamos la:
1) Tudo o que for de barro (caco de filtro, telha novinha, moringa) eu ponho na boca. Nao como, apenas deixo meus labios grudarem, so pra ter o prazer indescritivel de nao conseguir desgrudar. E morrer de rir.
2) Eu detesto sentar em cadeira, sofa, poltrona. Eh facil saber se eu me sinto a vontade na casa de alguem: basta ver se estou sentada no chao ou nao.
3) Eu nao consigo tomar agua em copo. Quer dizer, se nao ha outro remedio e eu tou com muita sede, eu tomo. Se puder optar, so tomo agua em garrafinha.
4) Eu tenho mania de nao querer sair de casa. Nao eh que seja caseira. Nao eh que eu nao seja sociavel. Mas a coisa mais dificil que tem eh tirar Virna de casa. Portanto, se eu ja te visitei, se eu frequento sua casa, pode saber que eu AMO loucamente ir te ver.
5) Eu me visto como uma velha, cheiro como velha e todo mundo acha super moderno. So me perfumo com coisas que cheirem a flores. Uso MUITAS perolas, broches de camafeu, enfeitinhos, chapeus, lencos amarrados ao pescoco, mantas. Sim, EU TENHO UM VEU DE IR A IGREJA, que herdei de vovo. Eu uso sapato com meia fina e JAMAIS uso saia curta. Vou de saias longas a qualquer lugar. Se meus cabelos estao longos, prefiro amarra-los num coque.
Escrito por Virna Moritz às 09h55
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Deixando as almondegas de lado...
Estou saindo aqui de SbÖrnya por uns dias. Vou visitar minha sogra em Jeka'tatoocity. Vai me fazer bem sair um pouco da pequena embaixada Virneska em Roçakystan. Quem sabe eu volte cheia de energias? Quem sabe...
E da-lhe cafe com bombom! Beijos!
Escrito por Virna Moritz às 11h39
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ALMONDEGAS
Era la pela segunda ou terceira serie. Nao sei direito. Era o nosso livro escolar, a boa cartilha que os anos nao trazem mais. A capa era vermelha… talvez o nome seja “Eu gosto de estudar”. Voces tambem tiveram um livro da capa vermelha chamado “eu gosto de estudar”?
Havia um texto nesse livro sobre um pai e uma filha (quer dizer, pode ate ser um filho, mas na minha memoria ficou que era uma filha). Eles eram pobres. Lembro-me da ilustracao: era um homem triste. Com uma filha. O texto era sobre essa pai pobre, com um semblante sofrido, que sentiu fome e parou com a filha em algum buraco onde se serve comida barata. Ali, o pai pediu ao garcon que colocasse uma almondega, dividida em dois pedacos, dentro de um pao, e que colocasse um pouco do caldinho das almondegas dentro do pao tambem. Nao sei se eles dividiram o sanduiche de almondegas. Na minha cabeca, talvez. E o pai, mesmo chegando ao final do texto, nao mudou o semblante deseludido da ilustracao.
Nao sei por que isso me voltou a memoria hoje, juntamente com uma crise de choro. Papai faz 65 anos essa semana. Nao e mais jovem, mas e vivo e mudou muito. Mudou com minha vinda para Rocakystan, mudou com o sofrimento, mudou com a vida. Papai sempre contou suas historias – e sempre ressaltou a humilhacao que passou em sua vida. Papai e um homem que, durante minha vida inteira, me pediu colo. Sabe Cristo porque eu, apenas hoje, compreendi isto. Papai, caminhamos juntos sim, e somos mais iguais do que aquela pinta no pe.
A imagem do homem triste das almondegas e a imagem da minha crianca interior em relacao a papai. Nao sei se pelo rosto pobre, nao sei se porque em casa sempre tivemos muitas almondegas. Papai me apareceu naquele livro inteiro: triste, cansado, comprando para mim almondegas num pao com molho. Oooo pai... senta do meu lado, toma um gole da minha fanta. Pode comer a outra metade, nao estou com fome agora.
Escrito por Virna Moritz às 10h28
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Estamos caidinhos, mas prontos para levantar!
O blog muda um pouquinho de cara, enquanto eu mudarei de idade em 20 dias. Hoje ja eh fevereiro!
Eu estou purgando um pouco pra entrar nos 25 de pulmao limpo. Sem poesia: estou com a famosa bronquite pre-aniversario, olhando paginas na internet, sem compromisso com nada! J Nao acho de tudo ruim ficar um pouquinho de molho em casa, enquanto la fora faz uns 5 graus abaixo de zero.
Minha casa esta quase arrumada – e olha que quase mesmo. Nao conta que ja faz mais de 15 dias que cheguei de viagem.... mas tudo bem. Ate para as roupas de dancas (sim, trouxe roupa para uma vasta gama de dancas) eu quase consegui arrumar. Estamos progredindo! So ainda nao achei aquele meu relogio amarelo de que tanto gosto. O Ralf diz que ele perdeu meu relogio. As circunstancias ainda sao ocultas J.
Nao tenho muitos projetos para esse ano nao. Tou bem no estilo “deixa a vida me levar”, e o que aparecer eu vejo se eh bom ou ruim para mim. Quanto mais projeto eu faco, mais eu me decepciono, portanto.... irei levando, plantando minhas sementinhas, e quando algo concreto bater na porta eu contarei a todos.
Esse novo template do blog eh exatamente como me sinto.... ralando pra subir. Mas sempre lembrando do samba: “todo mundo quer subir... laaaalaialaia/ a concepcao da vida admite... lalalaia lalaia/ ainda mais quando a subida.... lalaia/ tem o ceu como limite/ Por isso nao adianta estar no mais alto degrau da fama com a moral toda enterrada na lama”. Ne nao? Beijos a todos!!
Escrito por Virna Moritz às 11h19
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NAO DEIXE O BLOG MORRER, NAO DEIXE O BLOG ACABAR
Uma das coisas que vem me desestimulando a escrever esses tempo eh a absoluta falta de acentos no meu teclado. Deixar o texto pelado, sem acentos e cedilhas, e ter que colocar um "h" para diferenciar "e" (conjucao) de "eh" (verbo), me deixam muito trapaiada. Imagino que as leitoras tambem se incomodam com isso, mas fazer o que? Aqui em Rocakystan nao tem quem venda teclado ABNT, logico. Entao, vai tudo pelado mesmo, ja que nao tem jeito.
Ontem comecou o curso de proeficiencia em Rocakiystanes aqui em Sbornya. Tem uma compatriota la, a primeira que conheco em ambiente 100% seguro. Sim, porque conhecer pessoas aqui de sua nacionalidade pode ser uma fria lascada. Mas enfim, pareceu ser gente boa. Mas eu sou mineira demais pra ir dando a mao a qualquer um que cruza comigo, entao nao vou falar muito da menina nao.
Entao que Dona Virna esta a volta com um novo curso dificilimo. MAs o que nao eh dificil aqui em Rocakystan?
Escrito por Virna Moritz às 12h31
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PASSEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIII!
PASSEI! PASSEI! PASSEI!
Escrito por Virna Moritz às 08h13
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